terça-feira, 17 de novembro de 2009

Palestra com Leopoldo Siqueira

O Jornalista e apresentador Leopoldo Siqueira, esteve no Unicentro Newton Paiva na última quinta feira, 12 de Novembro, para um “papo” com os estudantes de Comunicação. O Jornalista que se formou em uma Universidade Federal de Juiz de Fora, MG, disse que um ano antes de se formar, trabalhou em uma emissora de rádio. Mais especificamente, no ano de 1987, ele diz ter ido para Belo Horizonte, onde começou a trabalhar na rádio Globo, editoria de esportes. Dali em diante, trabalhou no programa “Aqui e Agora”, Jornal Estado de Minas entre outros. Atualmente, é apresentador e editor do programa Alterosa Esporte, onde comanda uma bancada democrática.

Leopoldo Siqueira fala do novo contrato da equipe de Voley e da exclusividade da emissora transmitir os jogos, e informa que como uma emissora Regional, a TV Alterosa visa valorizar o esporte mineiro em geral, mas que o futebol não deixa de ser a preferência dos Mineiros, assim como dos Brasileitos. O Contrato da equipe de Voley com a emissora é de exclusividade e até o ano de 2012. Siqueira também falta da tentativa de colocar mulheres no programa, e fala em especial de duas Jornalista, formadas, que além de qualificadas e profissionais, entendem de futebol, o que ele destaca ser um diferencial no momento que houve seleção para o cargo. Ele afirma que o povo ainda não possui uma aceitação de mulheres na bancada, mas que é um assunto que sempre entra na pauta de discussões.

Um fator que repercurtiu muito na época, e que foi citado pelo estudante João Rosa do 7º período de Jornalismo da instituição, foi a questão de como o apresentador lidou com a situação em que dois integrantes da bancada em que comanda, entraram em discussão ao vivo pela Internet. Um pouco desconfortável com o assunto, porém, com bastante transparência, ele diz lamentar o ocorrido, e por mais complicado que tenha sido e pelo pouco que ele é autorizado a falar sobre o assunto, diz trabalhar com seres humanos e que atritos entre outras situações inesperadas poderão acontecer, e desconversou. O Jornalista com amor pela profissão, fecha o “papo” com alunos destacando que é favor da exigência do diploma para formação no curso de Jornalismo, e que sempre será.

Stéphani Paula


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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Criação:

Algumas peças gráficas que criei:






Stéphani Paula

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quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Mídias novas e interativas

A cada dia, o mundo e sua tecnologia passam por frequentes evoluções. A convergência da mídia, sendo uma ação globalizada - por ter adeptos de todo o mundo - passa rapidamente como um alvo de praticidade e agilidade para os consumidores.

Um termo bastante utilizado para essa ampla oportunidade a tecnologia, chama-se Interatividade, onde pode haver vários significados, porém, sua “função” é promover maior interação do Receptor com o Emissor. Mas o conceito de Interatividade fica confuso e impreciso, sendo que suas definições estão num processo de construção da mídia, podendo ser variado de acordo com o que consumidor deseja.

Sendo Interatividade um meio de comunicação direto com o emissor, um outro conceito se cria: Reatividade, que seria responsável em causar reação nos telespectadores; um tipo de influência recíproca.

A evolução tecnológica não para, e uma nova televisão foi criada; a TV por assinatura, que traz a possibilidade de estar em contato com o que acontece no mundo com transmissão de imagens de alta qualidade (HDTV). Com a convergência de mídia, abria-se as possibilidades do consumidor saísse das mídias tradicionais e buscasse diferenciações, como Internet, Celular, etc.”

A Interatividade é o meio do Receptor agir de alguma forma, com o conteúdo recebido. As adaptações a esta nova tecnologia é um grande investimento no mercado, onde quem fornecer o melhor conteúdo, propondo idéias de ligação com o consumidor, provavelmente, sairá ganhando.
A programação televisiva, medida da evolução tecnológica, passou a fazer junções com outros dispositivos de comunicação, tendo um leque de opções, aumentando e enriquecendo “a quantidade e qualidade de oferta e serviços...” Estamos no meio de uma transação na comunicação eletrônica de massa.

O diferencial destes segmentos, classificarão na maneira que irão delimitar a mídia, para que façam parte de nosso cotidiano. Levy, tinha em mente a amplitude de várias mídias ou despositívos de comunicação em uma transação de informação, dando como inicial um propósito ligados a 5 eixos:

“ - possibilidades de apropriação e de personalização da mensagem;
- a reciprocidade na comunicação;
- a virtualidade;
- a implicação da imagem dos participantes da mensagem.
- a telepresença.”

“O propósito de Levy, era mostrar que diferentes mídias podem ser atribuídas gráus diversos de interatividade, dependendo do eixo de análise priorizado”.

Sendo assim, a complexidade das novas mídias, são de um processo de comunicação que se destaca, mas, que ainda necessita de mais aprimoramentos, para que sejam totalmente acessíveis e aplicáveis nas sociedades. Lembrando que a mídia, passa por mutações diárias, e o mercado da comunicação, precisa estar preparado para tais atualizações, para caminhar lado a lado com a tecnologia e suas novidades.

Stéphani Paula

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100 anos da imigração japonesa no Brasil

Tudo começou com a chegada do navio Kasatu Maru, no Porto de Santos, em São Paulo, no dia 18 de junho de 1908, trazendo a bordo os primeiros 781 imigrantes vindos do distante Japão, um país exótico, que fica do outro lado do mundo. Durante 52 dias, eles enfrentaram o perigo do mar e traziam algo mais alem da bagagem: a incerteza e o medo da nova terra. Mas também muita esperança de recomeçar a vida.

Foi um período bastante difícil no começo, pois os japoneses se depararam com a diferença do idioma, religião, costumes, alimentação, clima, e vivenciaram diariamente o preconceito. Segundo a entrevistada “Nissei” Nokyto Tamura, descendente de pai japonês, informou que a comemoração dos 100 anos da imigração dos japoneses no Brasil, tem sido aguardada com grande entusiasmo, pois se trata do começo da sua história no país em que vive desde os 11 anos. Segundo ela, seus avôs tentaram se habituar no Brasil, mas após 5 anos voltaram para seu país de origem.

Entretanto, houveram aqueles que buscaram maneiras diferentes para sobreviver no novo país, e nada melhor do que trazer a sua cultura, para a cultura Brasileira. O japonês Koichi Mori, foi um dos pioneiros a inaugurar restaurantes japoneses no Braisl, porém, começou dentro de pensões, onde os imigrantes japoneses se hospedavam. Daí por diante, a cultura japonesa vinha se misturando aos mineiros cada vez mais.

Não é estranho sair pelas ruas e esbarrar em um local onde tenham Karaoke, aulas de judô e simbolos japoneses em cada canto da cidade. Só em Belo Horizonte existem 4 lojas em especialidades japonesas: Nikko Mercearia; Japonesa; Tokio artigos orientais, que possui três filiais. Todas com o mesmo propósito, vender artigos, condimentos e utensílios japoneses. O que mantém a cidade mineira com um leve toque oriental.

Stéphani Paula

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Pipocando Terror

Realidade X Ficção

Várias pessoas, quando criança, já ouviram falar que quem brinca com fogo faz xixi na cama. Mas será que os atores profissionais que encarnam o diabo e outras aberrações nas produções cinematográficas ficam loucos, transtornados e até estranhos? Uma coisa é certa; após protagonizarem cenas e mexerem com o outro lado, eles nunca mais são os mesmos. Existem inúmeras histórias da vida pós filme de terror de alguns atores. Vamos tentar desvendar quais são verdadeiras.

Quem se lembra de Linda Blair? Ninguém. E quem se lembra de Regan Macail? Alguns. Mas quem se lembra da menina do Exorcista possuída pelo demônio? Todos. A atriz Linda Blair era considerada, quando pequena, uma criança prodígio pelas suas participações em comerciais de televisão, filmes e várias séries. Foram essas aparições que chamaram a atenção de vários executivos dos estúdios Warner Brothers a selecioná-la para atuar no filme, O Exorcista.

O clássico, até hoje, é o maior destaque na filmografia da atriz. A obra conta a história de Regan MacNeil, uma menina que era doce e meiga até ficar possuída pelo diabo. Para exorcizá-la, são chamados dois padres. O filme contou com efeitos especiais, novidades naquela época. Chocou a todos que assistiram, motivando até ameaças e perseguições à atriz.

Muitos boatos contam que, após a produção, Linda Blair sofreu um acidente e ficou louca. Mas poucas pessoas sabem que depois de todo o sucesso que obteve com O Exorcista e outros filmes, a carreira de Linda foi abaixo por seu envolvimento com drogas e bebidas alcoólicas. Sua atuação e convites em filmes ruins foram ficando cada vez mais frequentes e só era conhecida quando falavam em O Exorcista ou quando aparecia em revistas de nudez. Será que a atriz fez todas essas coisas devido ao fato de ter encarnado o demônio na ficção?

Para a psicóloga Sandra Piancastelli não. “É comum atribuirem causa dos problemas a coisas sobrenaturais. Mas o que acontece com os atores após a participação e sucesso em filmes de terror, é que eles se envolvem com a carreira e começam a se tornar adultos muito rápido. Isso faz com que esses atores sem experiência de vida, se percam no ilusório mundo das drogas, por exemplo. E não acontece só com artistas jovens de filme de terror e, sim, com qualquer pessoa que fica famosa muito cedo”, explica a psicóloga.

O pastor evangélico, Agusto Avelino, não concorda com a especialista. Segundo ele, quem participa de filmes que mexem com o diabo, ficam marcados. “Eles brincam com o poder de Satanás. Não é certo ficar fazendo filmes encarnado o diabo. Com certeza ele vai possuir o ator, tranformando para pior a vida dele”, diz o religioso, que acredita só numa conversão ao evangelismo para se lirar do “coisa ruim”.

Entretanto, Linda Blair não teve que virar evangélica para retomar a vida. No final da década de 80, a atriz decidiu abandonar as drogas, deixando toda a parte ruim da sua carreira para trás. Não voltou a ser tão famosa como na época de seus maiores sucessos, mas voltou a ser uma boa atriz e aparecer em revistas, e nessa ocasião, não de nudez.

Depois dos 30 anos de O Exorcista, quando foi relançado em 2003, ficou em destaque pelo seu papel novamente. A grande paixão pelos animais fez com Linda realizasse um sonho, criando o Linda Blair' World Heart Foundation. Uma entidade com objetivo de ajudar os animais, trazendo benefícios a eles como adoções e campanhas.

E para fechar a matéria com chave de ouro, assista ao vídeo que produzi:


Stéphani Paula


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Uma verdadeira Biografia

A Biografia de Carlos Lacerda retrata sua vida política no livro: Depoimento, que utilizou uma linguagem direta, clara e específica. Ele conta que sua vida política começou com a influência de seu pai Maurício Paiva de Lacerda, que foi deputado federal. Citou nomes, partidos e cargos sem medo e nem intenção de esconder suas histórias vivídas.

Em 1929 começou sua carreira escrevendo alguns artigos no Jornal “Diário de Notícias” que era dirigido por Cecília Meireles. Tempos depois entrou pra faculdade de Direito, porém, não chegou a concluir o curso. Mas, nesta época se aproximou dos ideais comunistas e da Ação Libertadora Nacional (ALN).

Em 1939, rompeu com essa ideologia e passou a escrever artigos anticomunistas. Na década de 40, mais precisamente em 1945, Carlos Lacerda assina a sua ficha de filiação à UDN (União Democrática Nacional), tornando-se vereador pelo Distrito Federal, dois anos mais tarde.

Anos depois, mais precisamente em 1964, após o golpe milita, Carlos Lacerda viajou para alguns países, em defesa do novo regime, mas o apoio do presidente Castelo branco, durou muito pouco. Em 68, o Jornalista foi preso, e seus direitos políticos cassados por 10 anos.

Posteriormente, Lacerda trabalhou por pouco tempo como Jornalista, antes de se dedicar as atividades editoriais na “Nova fronteira” e na “Nova Aguillar”, empresas de sua propriedade. Carlos Lacerda, morreu em 21 de maio de 1977, e foi um marco na história da política Brasileira.

Stéphani Paula

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terça-feira, 19 de maio de 2009

PAUTA

Editoria: Cinema

Tema: Realidade através da Ficção

Relevância: A tentativa de entender o que ocorre com personagens que passam por transtornos mentais, ocasionados por filmes de Terror.

Histórico: Filmes que ocasionaram transtornos psicológicos em seus personagens.

Fontes: 1: Criadores, e usuários de sites de terror. Fãs de filmes de terror que assistiram aos filmes.
Fonte 2: (?) Criador do maior portal de Filmes e Séries do Brasil
Fonte 3: Psicóloga: ( ?)

Personagens: Fãs de filmes de terror.
Oficiais: Psicóloga e criador do Portal.

Perguntas p/ fontes oficiais:
Como um filme científico pode interferir mentalmente na vida de uma pessoa, Como no caso da atriz de exorcista, que ficou doente após o filme?
A algum estudo que comprove essas teorias / informações?
Há cura?
Você conhece acontecimentos como este no Brasil?

Perguntas para personagens:
Qual a intenção de criar um site de filmes e séries?
Filmes de terror, é um dos mais procurados?
Tem algum conhecido que sofreu algum transtono por assistir algum filme específico?
Em casos de filmes que personagens reais sofreram nas gravações, mesmo assim, é ainda um dos favoritos?
Existe algum “ritual” que fazem de “precaução” antes de assistirem tais filmes?



ALUNA: Stéphani Paula Gomes de Oliveira

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quarta-feira, 15 de abril de 2009

Sorria, você está sendo filmado

Logo ao se falar em videos online, logo se pensa em YouTube, ou para aqueles mais patriátas, o VideoLog.
Um espaço único na Internet em que você posta seus vídeos de uma maneira simples e sem muitas burocracias. No Brasil,foi criado em 2004 o Site Brasileiro videolog, que permite que usuários postem seus vídeos, de variados tipos. Porém, como o Brasileiro gosta daquilo que vem de fora, não imagina que o famoso You Tube, só foi lançado no ano seguinte, que ficou realmente conhecido no Brasil, após aquele pequeno ocorrido de amor da Cicarelli na praia (pode falar, você foi no YouTube ver...)

Atualmente, esses sites não tem controle total dos conteúdos publicados em seus sites, tendo muitas processos em cima deles.
O que seria apenas para lançar videos simples, caseiros, se tornou mais como um cinema em casa, podendo achar diversos vídeo de variados tipos.

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Fala que eu te escuto

Na correria do dia a dia e com a praticidade que o mundo da Internet nos proporciona, nada mais ágil do que o famoso PODCAST, que passou a existir após a união do iPod com broadcasting, ou seja, aparelhos de mp3 com transmissão de rádio e até TV.


Os usuários gravam este aúdio e publicam na Internet, e fazendo o download do mesmo (ou até mesmo ouvindo online) o ouvinte tem a chance de saber as mais diárias notícias e informações de um jeito prático, divertido e inovador.

Atualmente, o PodCast é muito utilizado em diversos sites de variadas áreas, sendo um ponto diferencial daqueles que tem o intuito de informar. Você não precisar ficar preso a uma determinada hora para ouvir a noticia, podendo ouvi-la quando quiser e na hora que puder. É uma revolução para os que vivem correndo contra o tempo.

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terça-feira, 14 de abril de 2009

O cantinho diário de Ricardo Noblat

Em entrevista concebida aos alunos de Comunicação do Unicentro Newton Paiva, entrevistado por Claudiney Ferreira, com a participação de Guilherme kajausky, em 02 de abril de 2009, o jornalista Ricardo Noblat falou sobre as mudanças em sua carreira depois de optar pelo webjornalismo. Ele abordou os aspectos do jornalismo produzido atualmente, falou do seu blog e respondeu as perguntas feitas pelos estudantes que acompanharam o evento.

De acordo com Noblat, a decisão de seguir trabalhando com o jornalismo pela internet se deu por insistência dos leitores de seu blog, que trata de assuntos sobre os bastidores da política brasileira. Ele se surpreendeu, a princípio, com a quantidade de acessos e comentários que surgiam, e também com a quantidade de tempo necessária para atualizar sua página. Mesmo assim, o jornalista se sente realizado. Para ele o blog tem o sentido da comunicação instantânea, a história em tempo real, e isso cria um vínculo maior entre ele e as pessoas. “Estou achando uma experiência fascinante, realmente”, argumentou.

Assumindo uma postura crítica, Noblat questionou a maneira como se dá a produção do jornalismo nos dias atuais, e deixou claro sua forte afinidade com o jornalismo digital; apesar dos desafios de se trabalhar na internet pela diferença de linguagem dos outros meios comunicativos.

O não ancoramento a pautas pré-definadas é ponto chave no jornalismo da internet, segundo Noblat, que descreveu aos presentes a sua rotina de trabalho no blog, explicando como é feita a produção das notícias postadas na sua publicação virtual. Durante a entrevista o jornalista esclareceu ainda as várias questões apresentadas pelos alunos, comentando itens como o do futuro do jornalismo, e sua relação atual com a imprensa.

Sobre o futuro da mídia impressa, depois do surgimento dos blogs, Noblat respondeu: “Não acho que a mídia impressa vá acabar, mas creio que terá que passar por mudanças para se adaptar aos novos meios”. Por meio dos olhos e trabalho de um profissional reconhecido na mídia tradicional, a entrevista nos mostrou um lado diferente dos blogs e blogueiros que ainda não são valorizados na imprensa brasileira.

Ricardo Noblat revelou algumas gafes cometidas por ele no blog; devido a erros de apuração publicou uma nota falsa, depois de ver um realese do site “Cocada Boa”. É por essas e outras que o jornalista conta sempre com ajuda dos próprios internautas que além de leitores são pauteros sempre havidos a participar averiguando suas matérias jornalísticas que, segundo ele, não seguem nenhuma tendência política e não se atrelam a nenhuma causa partidária. Para Noblat a internet é um espaço super democrático onde a liberdade de imprensa é exercida em sua plenitude, tendo um espaço ilimitado.

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